quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Deixa, deixa, deixa.

Estou em uma maré estranha. Não diria que é azar, mas também não vou dizer que é de sorte.
Por isso eu disse que é estranha.
Só hoje já fui 'presenteado' com três respostas negativas. Isso esta ficando bem frequente nos últimos dias (espero que isso não seja considerado um pleonasmo).
As velhas irritações estão voltando, pessoas que eu não suporto se mostram mais presentes do que eu imaginava... Achava, sinceramente, que nem existiam mais, mas não. Me enganei.
Gente que tenta me afundar, foder com a minha imagem falando mal de mim, de coisas passadas. Gente próxima. Gente que, não vou dizer que foi surpresa, mas eu não esperava.
Atitudes intrometidas, melhor definição. Acho isso ridículo.
Não me importa o gênero, 'carinho' demais me incomoda.
A cada dia fico mais insatisfeito com a vida que eu levo e essas coisas vêm só pra me deixar melhor.
Isso aí, ironia.
Tem gente que precisa tomar umas porradas na cara pra aprender a ser gente. Se fosse há uns dois anos atrás, me candidataria a isso. Hoje, eu quero mais é que se fodam todos.
Tava até conversando com a minha irmã sobre algumas coisas esses dias e a conclusão que eu sempre chego, inclusive agradeço à ela 'VALEU MANA!', é de que tudo acontece porque tem que acontecer; os precipitados têm mais que tomar no cu; o passado incomoda e o futuro a gente dá um jeito.
Salve mana! É nóiz



(cansei desse barato)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Aquilo lá que vocês já sabem.

Por mim, eu nem me preocuparia com essas coisas de ódio, tá ligad?
Mas eu não posso fazer nada se Deus me fez uma pessoa rancorosa, ciumenta, insuportável e que pega ódio fácil. Fazer o quê?
Nada.
Muitas vezes nem eu mesmo me aguento e eu sei bem que tem muita gente que pensa o mesmo sobre mim.
Aí tá o problema, eu não ligo. Onde já se viu?!
Normalmente, nem que seja por um fio de nada, as pessoas se preocupam com oque os outros pensam. Às vezes, é saudável até.
Eu, nem isso.
Não estou dizendo que sou o único no mundo que pensa assim, claro que não. Conheço pessoas que pensam como eu.
A diferença é que nem sempre agem como tal. Sei lá, 'fraquejam', nem que seja por um mínimo momento.
Não me lembro de ter agido em função de algo que eu tenha ouvido falar sobre mim nesses 22 anos. Juro. Me refiro a ser influenciado por algo que não foi dito diretamente a mim. Que chegou a mim por intermédio de terceiros. Isso nunca me abalou.
Minha felicidade não se baseia nisso, mas ajuda a não ficar triste em um mundo onde você não sabe se tem amigos de verdade e muito menos pode confiar em uma pessoa que não seja tão próxima assim.
Não sou diferente de você. Tenho aquelas pessoas nas quais eu confio a minha vida, claro.
Mas a diferença entre eu e você é de que eu sei que, um dia ou outro, vai acontecer algo que vai te afastar dessas pessoas.
Sempre fui daquele tipo de cara que se impõe limites. Em tudo. Nas atitudes, nas palavras, no emprego, na família, no relacionamento... É.
A vida esta me ensinando de que não é saudável viver assim. Afinal, um dos meus maiores sofrimentos foram causados por mim mesmo. Não por masoquismo, mas por não perceber que o foco da dor estava em mim mesmo. Desde o início. Desde sempre.
Não mais.



(ouvindo Mudvayne - Same Ol?)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Futilidades (parte 2)

Eu penso: 'realmente importa quando ou com que idade você perdeu a virgindade?'. 
Juro, cansei de ouvir isso enquanto estava na escola. 
Sabe, já fui muito zuado, aloprado e avacalhado por causa disso. 
Nas rodas de amigos, quando o assunto era esse, sempre me senti excluído e, quando a pergunta chegava em mim, sempre fui motivo de riso. 
O fato é que eu perdi a minha com 19 anos. 
Pode rir. 
Conheço gente que perdeu com 13, até com menos. E, sinceramente, estou pouco me fodendo pra isso. 
Você, que fez 'cedo' e seja lá por qual motivo que foi, se arrepende. A maioria, pelo menos. 
Eu, tenho a consciência tranqüilíssima. Tive pouquíssimas mulheres na minha vida. 
Três. 
Todas elas eu amei profundamente. 
Abomino o sexo causal, mals aê. 
Nunca fiz e nunca farei. Acho nojento. 
Por ter essa opinião, já fui chamado de viado, bicha, gay. Nossa, tanta coisa...
Juro, nem ligo. Quero que todos se fodam. 
Nunca entrei em um puteiro, pois é. Ninguém acredita. Mas é verdade. 
Não uso nenhum tipo de vocabulário chulo quando o assunto é esse. Tipo, 'sentei o pau em fulana', e blá blá blá. Acho ridículo. Repudio, odeio e tenho nojo de quem fala assim. 
Já deu. 


(ouvindo porra nenhuma. Só lembranças me enchendo o saco)

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Paixonite.

Quando vejo gente muito nova falando que ta apaixonada, me pergunto: 'vale mesmo a pena?' 'É verdadeiro?'. 
O fato é que eu não tenho que me preocupar com isso. 
Com os meus 16 anos, nem sabia o que era isso. Nunca tinha amado ninguém. 
Confesso que achei isso muito saudável, afinal, sem derrogues enquanto era criança. 
Nem sempre o amor se fecha em decepções. Sei disso. Mas com essa idade, não temos a certeza de que vamos agüentar. 
Por isso que quando vejo pessoas dessa idade falando que ama, que quer pra sempre, que vai casar, eu simplesmente sorrio e não acredito. Confesso. 
Você não sabe o que é amor, meu amigo. E se sabe, não será capaz de agüentar a decepção. E se agüentar, afogará as suas 'magoas' em um porre qualquer em um rolezinho numa baladinha enquanto chega na sua casa as 3 da manhã porque sua mamãe foi te buscar. 
Poupe-me. 


(ouvindo Emicida - Ela Diz)

Blá blá blá

As pessoas se sentem confortáveis em falar dos outros. Normalmente, quem fala de outra pessoa espera que, independente de qual seja, cause algum impacto.
Como toda pessoa comum, eu tenho aquelas coisas que eu digo 'isso eu não admito', 'isso eu não aceito'... É, o problema é quando envolve sentimento.
Mermão, é normal você ter as suas restrições e seus bloqueios, sem problema. É normal você repudiar o que não cabe no seu entendimento.
Afinal, as pessoas sempre foram muito boas em não aceitar aquilo que não faz parte do seu modo de vida.
Se você nunca fez ou odeia determinado ato, é fácil falar que não suporta. É fácil falar que não aceita. É fácil dar o seu 'piti' enquanto arruma 488 mil razões pra ter razão.
Pensa bem.
Se as pessoas não tivessem passado por tudo que passaram, se não tiverem vivido tudo o que viveram, sentiram tudo o que sentiram, talvez isso não faria delasmpessoas mais fracas e, dessa forma, menos atraentes? Menos interessantes?
Na maioria das vezes, sim. Mas pode ser que não.
Isso não cabe a você decidir pois depende muito do momento em que se esta vivendo. Em que se esta passando.
A vida se encarrega de decidir se você pode ou não julgar determinados atos.


(ouvindo Dir en Grey - DRAIN AWAY)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Não é minha.

Por que toda vez que você sai parte de mim também se vai? Isso não é normal...
Saiba que um dia sem você é uma eternidade para mim. Então você me disse: 'nunca vai dar certo'. É, eu te respondo: 'tem que confiar em mim!'.
Mais uma vez, sei que errei. Não jogue fora, algo assim tão bom. Prometo que essa é a última promessa e se depender de mim você nunca mais vai sofrer.
Não quero te perder, mais uma vez...
O tempo todo, o tempo todo é tempo demais!
Não é pra sempre, o pra sempre sempre se vai.
Lembra, você me disse nunca vai dar certo, ok. Mas pense nisso, o que é certo para mim, pode não ser pra você.
Deixe o futuro pra depois.
Não vai ser como recomeçar do nada pois nada pode mudar o que já começou. Então faça agora tudo isso valer a pena.
Nem tudo que acaba, tem final.

(ouvindo Projota - Véia)

domingo, 21 de agosto de 2011

Me desculpa.

Eu tento. Cara, eu juro que eu tento. Mas eu já fiz tanta coisa errada que eu já perdi as contas. 
Aqueles momentos de insanidade que você pensa que o melhor é causar impacto, ciúmes ou, de alguma forma, não se importa na hora que faz mas sabe que depois a consequência virá. 
Essa consequência que você nunca quer sentir porque dói. E mesmo sabendo que vai doer, você faz. 
Que inferno!
Por tantas vezes na minha vida eu busquei agir da forma mais pura e racional possível, mas esses momentos estranhos me tiram a lucidez e, consequentemente, a razão. 
Sempre quis ter toda a razão. Mas também nunca quis. 
A razão pesa. E se você sempre a tem, fica obcecado por ela, achando que ela é sua e sempre será. E aí, quando os fatos de mostram que não é bem assim, bate o remorso. 
Depois, você se mata pra encontrar justificativas pra si mesmo sendo que elas nunca existiram. 
Frustração. 
Vem a frustração. Consigo mesmo, é claro. Afinal, você não terá esse sentimento com aquele que te abriu os olhos. Essa pessoa quer seu bem, mesmo que de uma forma dura. 
Entenda, agir dessa forma nunca te levara a lugar algum. Nenhum tipo de impulso ou mudança de personalidade, mesmo que momentânea, ajuda. Não ajuda. Esquece isso. 
Viva a sua vida sendo você mesmo. 
O preço de ser outra pessoa você paga em dobro. E não é nada barato.