Tá ligado quando ce tem uma par de coisa pra agradecer e não sabe exatamente a quem fazê-lo?
Então. É tipo isso que o homem sente em relação a vocês.
Tanta coisa aconteceu e ainda acontece, sabe. Mulheril aí se ferra diariamente por diversos motivos: pessoais, objetivos, marcas. Sei lá. Mas sempre tem um outro pra denegrir a luta, as conquistas. Pra diminuir o espaço que já é diminuto, mas sempre querem reduzir ainda mais.
Bora abrir um pouco mais a mente.
Sejamos feministas ao abrir a porta pra elas; ao deixá-las subir no bus ou entrar no elevador primeiro; ao deixar as gestantes sentarem no seu lugar mesmo que não seja preferencial.
Sejamos feministas ao intervir num possível assédio; ao entender que olhar não faz mal, mas ficar gritando "gostosa" não é direito.
Sejamos feministas quando nos depararmos com alguma situação onde o "instinto masculino" (que eu acredito ser a pior desculpa do século) falar mais alto, pensarmos antes em nossas mães. E se fosse com elas? Deixaríamos acontecer ou as defenderíamos? Será que usaríamos o velho: "ah, ele é homem, né. Normal"?
Estou certo que não.
Fazer nossa parte não custa nada, mano.
Bom dia e feliz dia das moças pra todas as moças.
#diainternacionaldamulher
terça-feira, 8 de março de 2016
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Paternidade.
E foi bem assim, do nada. Da noite pro dia.
Se eu disser que nada mudou após os últimos três anos, seria mentira. Até porque, as minhas responsabilidades e metas foram todas alteradas. Redirecionadas. Editadas sem direito a revisão... Seja lá de quem fosse.
Me tornei pai há três anos. A sensação vem antes, mas o fato demora um pouco mais pra vir, sabe como é. Já sabia e só precisava de uma confirmação pra, sei lá, aceitar que era real. Aceitar que, a partir daquele momento, eu seria mais completo e absurdamente mais feliz.
Por muito tempo, eu quis ser pai, sabe? Tipo, ensinar as coisas; mostrar lugares; dar lições; contar histórias reais e outras não tão reais assim. Sentir as lágrimas nos olhos só de vê-lo respirando.
Nesse meio tempo, já escutei muitas definições de muitas mentes diferentes. Diversas visões sobre o mesmo assunto:
'Porra mano, e agora?';
'Parabéns!';
'Felicidades!';
'Vish, se fudeu!';
'Nossa, que bênção!';
'Que vacilo, hein?'.
Esse assunto sempre foi um tanto quanto, não sei, polêmico. Nêgo, acha que a vida acaba quando se tem um filho. Que é como uma prisão ou coisa parecida.
Tá longe de ser real isso aí.
Não estou querendo meter o pá nem o bom-samaritano. O 'diferentão'. O 'tal'... não preciso disso, entende? Aqueles que me conhecem sabem que eu amo ser pai dele.
Entendo que tudo tem seu momento... mas, quem sou eu pra dizer que aquele não era o meu? E de fato foi.
Senti que era. E foi isso que contou no fim.
Se eu disser que nada mudou após os últimos três anos, seria mentira. Até porque, as minhas responsabilidades e metas foram todas alteradas. Redirecionadas. Editadas sem direito a revisão... Seja lá de quem fosse.
Me tornei pai há três anos. A sensação vem antes, mas o fato demora um pouco mais pra vir, sabe como é. Já sabia e só precisava de uma confirmação pra, sei lá, aceitar que era real. Aceitar que, a partir daquele momento, eu seria mais completo e absurdamente mais feliz.
Por muito tempo, eu quis ser pai, sabe? Tipo, ensinar as coisas; mostrar lugares; dar lições; contar histórias reais e outras não tão reais assim. Sentir as lágrimas nos olhos só de vê-lo respirando.
Nesse meio tempo, já escutei muitas definições de muitas mentes diferentes. Diversas visões sobre o mesmo assunto:
'Porra mano, e agora?';
'Parabéns!';
'Felicidades!';
'Vish, se fudeu!';
'Nossa, que bênção!';
'Que vacilo, hein?'.
Esse assunto sempre foi um tanto quanto, não sei, polêmico. Nêgo, acha que a vida acaba quando se tem um filho. Que é como uma prisão ou coisa parecida.
Tá longe de ser real isso aí.
Não estou querendo meter o pá nem o bom-samaritano. O 'diferentão'. O 'tal'... não preciso disso, entende? Aqueles que me conhecem sabem que eu amo ser pai dele.
Entendo que tudo tem seu momento... mas, quem sou eu pra dizer que aquele não era o meu? E de fato foi.
Senti que era. E foi isso que contou no fim.
Amorfo.
Porque não temos forma definida. Não somos sólidos, nem estrutura cristalina.
Afirmamos tudo isso em reverência.
Pessoas são capazes de agarrar à esperança, porque a morte não pode ser vista.
Não, nós não temos destino. Apenas aqueles que já fora engolidos pela ignorância e medo; que tomam falsos passos... Esses tipos de seres deverão ser aqueles a nos guiar pelas águas lamacentas chamadas "destino".
Nós viemos juntos. Como pingos d'água, como corpos astrais.
Nós nos opomos como imãs, como as cores da pele.
Se eu fosse a chuva, poderia me conectar à alma dos outros assim como ela própria faz ao unir os eternamente separados terra e céu?
Nunca devemos derramar lágrimas, pois isso é derrotar a forma de vida e se dar às emoções. Em seguida, elas só se tornam uma prova de nossa incapacidade de controlá-las.
Afirmamos tudo isso em reverência.
Pessoas são capazes de agarrar à esperança, porque a morte não pode ser vista.
Não, nós não temos destino. Apenas aqueles que já fora engolidos pela ignorância e medo; que tomam falsos passos... Esses tipos de seres deverão ser aqueles a nos guiar pelas águas lamacentas chamadas "destino".
Nós viemos juntos. Como pingos d'água, como corpos astrais.
Nós nos opomos como imãs, como as cores da pele.
Se eu fosse a chuva, poderia me conectar à alma dos outros assim como ela própria faz ao unir os eternamente separados terra e céu?
Nunca devemos derramar lágrimas, pois isso é derrotar a forma de vida e se dar às emoções. Em seguida, elas só se tornam uma prova de nossa incapacidade de controlá-las.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
E por aí vai.
Venho sentindo uma felicidade imensa nos últimos dias e, não. Não consegui o emprego dos sonhos nem comprei o carro do ano. Não achei uma maleta com milhões e tampouco estourei na Mega.
'Então porque tu ta tão feliz?', CE vai dizer.
E, dessa vez, com prazer, eu sei os motivos.
São as pessoas.
Cada pessoa que me viu crescer; que me viu errar e insistir nesses erros; pelas pessoas que, sinceramente, me ajudaram a consertá-los indicando o caminho e não dando opiniões avulsas, fazendo-me ver os fatos sem usá-los contra mim, mas ao meu favor.
Também têm seus méritos aqueles que usaram dos meus defeitos, das minhas falhas, faltas. Que usaram para mostrar o quão verdadeiras essas pessoas um dia quiseram ser mas, de fato, nunca foram e nunca serão.
Que sempre visaram mostrar a outrem o quão ridículo eu poderia ser. O quão egoísta, falso, mentiroso e fraco.
Tudo isso, amigo, foi o que todos eles quiseram que eu fosse. Querem ainda que eu seja. Sempre à espreita, esperando o primeiro deslize para, mais uma vez, serem os primeiros a dizer para qualquer um que quiser saber o quão certos eles estavam sobre tudo. Sobre o que picharam. Sobre essa pessoa que acreditam conhecer tanto.
No mundinho desse tipo de gente, o que importa é estar sempre certo.
Parceiro, estar certo é fácil. O que você mais encontra são idiotas como você que têm os mesmos pensamentos. Afinal, é muito fácil encontrar um semelhante no quesito 'falar mal'. Todo mundo fala mal de algo ou alguém. Então, o trabalho se resumiria a encontrar alguém que compartilhe da mesma rixa.
A característica da pessoa se resume ao assunto que ela faz questão de abordar. Se critica a política: este é o patriota, conhecedor dos direitos humanos e toda aquela idiotice de gente que se acha sensa.
Se rolar uma crítica a um hit da internet: esse é o cara que não se enquadra nas modinhas. Diferetão.
Mas, porra, quem nunca disse: 'eu já o escutava antes de fazer sucesso'? Você já. Tenho certeza.
Poucos tem a cara de chegar e expôr o que realmente pensam. Poucos saem de trás do computador, celular pra trocar uns socos com aquele idiota que ta atrasando sua vida. É mais fácil bancar o intelectual e discutir verbalmente de forma impessoal e indireta, falae? É mais simples digitar fazer um puta textão arrebentando com todos os limites da zoação só pra ter platéiazinha de gente pop pagando pau. Quem sabe assim, seu idiota, você encontre um público que te aceite como é. Que te aceite sendo um mero ser inferior sem qualquer tipo de amor além do próprio.
E, assim, eu não sou contra o amor próprio. Lógico que não. Sem ele, muito mano estaria mais perdido do que já esta. Sou contra àqueles que o confundem com egocentrismo. Porra, convenhamos que a definição de amor próprio não esta em uma foto com Julliet na cara, pombo no peito e Ferrari na mão com a legenda 'eu me amo' fazendo bico. De boa, se você se ama de verdade, mate-se.
Talvez você renasça como alguém que, realmente, faça alguma diferença.
Hoje em dia, temos muitos revolucionários domésticos. Isso me irrita.
'Então porque tu ta tão feliz?', CE vai dizer.
E, dessa vez, com prazer, eu sei os motivos.
São as pessoas.
Cada pessoa que me viu crescer; que me viu errar e insistir nesses erros; pelas pessoas que, sinceramente, me ajudaram a consertá-los indicando o caminho e não dando opiniões avulsas, fazendo-me ver os fatos sem usá-los contra mim, mas ao meu favor.
Também têm seus méritos aqueles que usaram dos meus defeitos, das minhas falhas, faltas. Que usaram para mostrar o quão verdadeiras essas pessoas um dia quiseram ser mas, de fato, nunca foram e nunca serão.
Que sempre visaram mostrar a outrem o quão ridículo eu poderia ser. O quão egoísta, falso, mentiroso e fraco.
Tudo isso, amigo, foi o que todos eles quiseram que eu fosse. Querem ainda que eu seja. Sempre à espreita, esperando o primeiro deslize para, mais uma vez, serem os primeiros a dizer para qualquer um que quiser saber o quão certos eles estavam sobre tudo. Sobre o que picharam. Sobre essa pessoa que acreditam conhecer tanto.
No mundinho desse tipo de gente, o que importa é estar sempre certo.
Parceiro, estar certo é fácil. O que você mais encontra são idiotas como você que têm os mesmos pensamentos. Afinal, é muito fácil encontrar um semelhante no quesito 'falar mal'. Todo mundo fala mal de algo ou alguém. Então, o trabalho se resumiria a encontrar alguém que compartilhe da mesma rixa.
A característica da pessoa se resume ao assunto que ela faz questão de abordar. Se critica a política: este é o patriota, conhecedor dos direitos humanos e toda aquela idiotice de gente que se acha sensa.
Se rolar uma crítica a um hit da internet: esse é o cara que não se enquadra nas modinhas. Diferetão.
Mas, porra, quem nunca disse: 'eu já o escutava antes de fazer sucesso'? Você já. Tenho certeza.
Poucos tem a cara de chegar e expôr o que realmente pensam. Poucos saem de trás do computador, celular pra trocar uns socos com aquele idiota que ta atrasando sua vida. É mais fácil bancar o intelectual e discutir verbalmente de forma impessoal e indireta, falae? É mais simples digitar fazer um puta textão arrebentando com todos os limites da zoação só pra ter platéiazinha de gente pop pagando pau. Quem sabe assim, seu idiota, você encontre um público que te aceite como é. Que te aceite sendo um mero ser inferior sem qualquer tipo de amor além do próprio.
E, assim, eu não sou contra o amor próprio. Lógico que não. Sem ele, muito mano estaria mais perdido do que já esta. Sou contra àqueles que o confundem com egocentrismo. Porra, convenhamos que a definição de amor próprio não esta em uma foto com Julliet na cara, pombo no peito e Ferrari na mão com a legenda 'eu me amo' fazendo bico. De boa, se você se ama de verdade, mate-se.
Talvez você renasça como alguém que, realmente, faça alguma diferença.
Hoje em dia, temos muitos revolucionários domésticos. Isso me irrita.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Senseless.
O sol não se põe da mesma forma quando você tá comigo e eu não vou dormir da mesma forma desde que não esteja aqui comigo.
Meu coração é uma casa vazia quando ce tá longe... é vazio... e dizem que o amor não faz sentido quando o coração está vazio.
Estive próximo a milhões de estrelas e nenhuma delas brilha mais que você. O céu é tão escuro sem você. E nada faz sentido a não ser que eu o tenha.
Foco não é mais o mesmo se você não aparece em minhas fotos ou em qualquer lugar que eu estiver em evidência. Emoções não são as mesmas se não são sobre você.
Não entendo nada.
Desde o começo, você tem esse efeito em mim. Tudo que eu quero é você. Digo isso literalmente: ninguém consegue a intensidade que ce tem.
Só queria ouvir tua voz, sabe?
Estive pelo mundo, e não é o mesmo sem você nele.
Tive de descobrir isso da pior forma.
Meu coração é uma casa vazia quando ce tá longe... é vazio... e dizem que o amor não faz sentido quando o coração está vazio.
Estive próximo a milhões de estrelas e nenhuma delas brilha mais que você. O céu é tão escuro sem você. E nada faz sentido a não ser que eu o tenha.
Foco não é mais o mesmo se você não aparece em minhas fotos ou em qualquer lugar que eu estiver em evidência. Emoções não são as mesmas se não são sobre você.
Não entendo nada.
Desde o começo, você tem esse efeito em mim. Tudo que eu quero é você. Digo isso literalmente: ninguém consegue a intensidade que ce tem.
Só queria ouvir tua voz, sabe?
Estive pelo mundo, e não é o mesmo sem você nele.
Tive de descobrir isso da pior forma.
sábado, 30 de janeiro de 2016
Gettin' use to it.
E ela disse: "você não é real, não pode ser. Por isso não te escolhi".
Logo agora?
É difícil ser verdadeiro.
É difícil ser você mesmo quando se é o tipo de pessoa que, acima de tudo, não precisa de nenhum outro ser humano para poder dar tudo de si... isso até a exceção aparecer.
É difícil se acostumar, de repente, à uma realidade diferente daquela que você traçou, daquela que você deu andamento com tanto custo.
A real é que tudo isso é uma questão de acostumar-se.
Ser uma pessoa que não se contenta com o que é cômodo, não funciona. Então trate de mudar, amigo.
A verdade absoluta é que eu não te recomendo a mudar... Maluco isso, né? Mas é sério: jamais mude. Apanhe mais, tome mais chutes na cara e escute mais e mais "vá embora".
Get use to it.
E eu digo isso por um único e simples motivo: você vai estar habituado a toda e qualquer porcaria que acontecer.
Vai chegar o dia que você não será trocado, mas irá fazer as trocas. Mudar as peças ao bel prazer.
Ser o dono do jogo. O controle na mão.
Quem nunca quis poder fazer suas escolhas sem remorso?
Ainda vai ter um momento que você vai precisar do abraço dela, ah vai. Mas vai estar tão acostumado ao fim trágico, dramático que, se vier, soma. Se não, é só mais uma coisa que deu errado mas já era esperado, anyway.
Vai chegar aquela hora que, aos olhos dos outros, qualquer abraço serve.
O importante é que, aos seus, role uma seletiva. Só o dela importa.
Mas quem liga?
Ninguém vai saber. Não é assim que fazemos desde sempre?
Afinal, aprendemos a estar acostumados com todo o revés que os sentimentos trazem.
Logo agora?
É difícil ser verdadeiro.
É difícil ser você mesmo quando se é o tipo de pessoa que, acima de tudo, não precisa de nenhum outro ser humano para poder dar tudo de si... isso até a exceção aparecer.
É difícil se acostumar, de repente, à uma realidade diferente daquela que você traçou, daquela que você deu andamento com tanto custo.
A real é que tudo isso é uma questão de acostumar-se.
Ser uma pessoa que não se contenta com o que é cômodo, não funciona. Então trate de mudar, amigo.
A verdade absoluta é que eu não te recomendo a mudar... Maluco isso, né? Mas é sério: jamais mude. Apanhe mais, tome mais chutes na cara e escute mais e mais "vá embora".
Get use to it.
E eu digo isso por um único e simples motivo: você vai estar habituado a toda e qualquer porcaria que acontecer.
Vai chegar o dia que você não será trocado, mas irá fazer as trocas. Mudar as peças ao bel prazer.
Ser o dono do jogo. O controle na mão.
Quem nunca quis poder fazer suas escolhas sem remorso?
Ainda vai ter um momento que você vai precisar do abraço dela, ah vai. Mas vai estar tão acostumado ao fim trágico, dramático que, se vier, soma. Se não, é só mais uma coisa que deu errado mas já era esperado, anyway.
Vai chegar aquela hora que, aos olhos dos outros, qualquer abraço serve.
O importante é que, aos seus, role uma seletiva. Só o dela importa.
Mas quem liga?
Ninguém vai saber. Não é assim que fazemos desde sempre?
Afinal, aprendemos a estar acostumados com todo o revés que os sentimentos trazem.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Toddynho.
Pera, lá.
First things first: TODO MUNDO cria expectativas.
Ok?
Period.
Até porque, essa merda aí todo mundo tem por alguém em algum momento por mais estúpido que seja. Por menor que ele seja.
Estou errado?
Fala aí uma vez que te bateu aquele incômodo quando seu amigo iria fazer aquele rolê contigo e desmarcou foda-se porquê? Ou então algo que fulano(a), em um diálogo, disse que não faria e, no fim, acabou fazendo? Ou até mesmo a mudança de opinião de quem lhe é querido? Hoje você é o preferido, amanhã não mais.
Refrescou aí a memória?
Expectativa tá em praticamente tudo.
No diálogo frequente que você manteve por semanas/meses e, do nada, vê que já não é mais tão frequente assim. Vê que, atualmente, você não é mais "o bate-papo do dia-a-dia". Vê que, hoje, existem outras preferências ou, quem sabe, só mesmo o fato da pessoa estar em outra vibe. Existe também a possibilidade dela ter cansado desse seu jeito e dado oportunidade a outros jeitos.
Mas entenda: independente do cenário, na nossa cabeça limitada, será sempre a mesma coisa. O mesmo efeito.
Aquele incômodo, tá ligado? Fica uma parada apertando no peito, nas pernas, nas mãos. Ce não consegue nem pensar direito. Pensa: "caralho, mas não era isso que eu imaginava"; "não foi isso que ele(a) me disse".
É ou não é?
Hahaha
Você é um criador de fantasias. Você elabora situações futuras em sua mente e espera, fortemente, que elas sejam cumpridas na realidade. E não é bem por aí.
Existem mais de duzentos milhões de seres humanos só no Brasil. Ce acha, realmente, que o universo - ou seja lá quem rege as nossas projeções - vai te dar atenção especial só porque ce é bonitinho(a)? Só porque é uma boa pessoa?
A vida não é seu Toddynho gelado não, menine.
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