Crescer memorizando as rachaduras e os mofos nas paredes do quarto que divide com a irmã até alta adolescência. Olhar pra todas aquelas partículas e pensar em como elas, um dia, podem vir ao chão.
Se de uma vez. Se aos poucos.
Imaginar, sempre, que alguma mudança pode acontecer. Que algum dia pode ser salvo de sabe-se lá o quê.
Você, que assume ser um tipo diferente de pessoa. Que se questiona como eles - seus, até então, amigos - podem achar toda aquela realidade sensacional sendo que, pra ti, é tudo tão deprimente e vazio.
Carro.
Moto.
Mina.
Ao olhar pra esses mano (ainda) te vem o tal "isso aí não é tudo, chapa" e que, se for pensar de forma fria, eles somente não sabem o que há atrás daquelas paredes nas quais escolheram viver.
Nota mental: entenda paredes fora do sentido figurado.
As suas podem ser aquelas feitas de concreto. As deles são os três anteriormente citados com um plus de algum status na vila. Algum respeito. Seja lá o que isso venha a ser ou como se faz pra ter.
Nós somos donos, construtores e demolidores de nossos próprios muros.
Mano, quando te colocam na cabeça que ce tá destinado a ser maior sem nem dizer uma só palavra sequer, ce percebe que o único quarto que vai te manter recluso é aquele que existe dentro do teu próprio cérebro onde todos teus sonhos lá estão contidos. Sem ter de esperar para que o universo se alinhe, sem esperar por eclipse ou paraíso astral.
Todos os dias, olhar pra fora da tua janela, frustrações impacientes sequer encostando no teu travesseiro, acordado à noite enquanto a mente viaja por aí, tu vai pensar em todas as coisas que poderiam ter sido diferentes, se tudo tivesse mudado da noite pro dia, se tivesse tomado a pílula azul ao invés da vermelha.
Mas nada disso mais importa. Aquelas quatro paredes que pensava te envolver, não mais existem. Sonho é questão de objetivo e não mais de reclusão.
Falo poeticamente, mas se tem uma coisa da qual não me orgulho é de minha ignorância iminente pra uma par de coisa e, claro, de como a felicidade é algo figurativo. Afinal, a gente consegue sim ser feliz por quem somos. Independente de onde estivermos e/ou morarmos.
Seja em nós ou em quatro paredes quaisquer.
terça-feira, 13 de agosto de 2019
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
Famigerados sete dias.
Se de fato existe algum deus, ce acha que ele estaria, agora, olhando aqui pra baixo, recostado em seu sofá? Você acha que, ao falharmos e clamarmos por ajuda, ele aumenta o som de seus fones no intuito de abafar as vozes?
Será que está orgulhoso?
Será que nós estamos orgulhosos?
Acho que esquecemos de como viver a vida sem filtros – e entenda filtros como quiser. Sejam eles referentes a critérios e ou aqueles do Instagram.
Acho que estamos tornando famosas pessoas nada fascinantes e muito fúteis. Estamos falando pras crianças que pessoas bonitas são melhores, que coisas como cor da pele, crença e religião realmente importam.
A gente tá fudido.
Será que ele pensa em se pendurar no lustre pelo pescoço devido à essa ganância gigantesca que possuímos e de como a tal mídia antissocial dissemina todo esse esgoto?
Sei lá.
Talvez isso tudo seja um teste. Talvez ele esteja entediado e puto por conta de todas suas perdas e estresse (como todos nós devíamos estar). E eu espero que, através dos ruídos e da tela estática, ele nos mostre algum tipo de clareza ou nitidez porque, porra, achar algum sentido nisso tudo é mais difícil que escrever Macaulay Culkin.
Será que ele reza por nós antes de dormir?
Enfim...
Senhor Universo, te pedimos pra que não desligue a sua TV e continue aí nos assistindo, prestando atenção nesse reality show que se tornou a bolha que nós mesmos criamos e estamos, dia a dia, chamando de “vida”.
Senhor “cara aí de cima”, poderia, por favor, me responder uma pergunta? Essa foi a terra que tu criaste com o maior cuidado, almejando perfeição e tal. Eis que chegamos nós e fizemos o favor de transformá-la nisso aí que ce tá vendo hoje.
Fala pra mim: isso aqui realmente fez com que aqueles sete dias valessem à pena?
Será que está orgulhoso?
Será que nós estamos orgulhosos?
Acho que esquecemos de como viver a vida sem filtros – e entenda filtros como quiser. Sejam eles referentes a critérios e ou aqueles do Instagram.
Acho que estamos tornando famosas pessoas nada fascinantes e muito fúteis. Estamos falando pras crianças que pessoas bonitas são melhores, que coisas como cor da pele, crença e religião realmente importam.
A gente tá fudido.
Será que ele pensa em se pendurar no lustre pelo pescoço devido à essa ganância gigantesca que possuímos e de como a tal mídia antissocial dissemina todo esse esgoto?
Sei lá.
Talvez isso tudo seja um teste. Talvez ele esteja entediado e puto por conta de todas suas perdas e estresse (como todos nós devíamos estar). E eu espero que, através dos ruídos e da tela estática, ele nos mostre algum tipo de clareza ou nitidez porque, porra, achar algum sentido nisso tudo é mais difícil que escrever Macaulay Culkin.
Será que ele reza por nós antes de dormir?
Enfim...
Senhor Universo, te pedimos pra que não desligue a sua TV e continue aí nos assistindo, prestando atenção nesse reality show que se tornou a bolha que nós mesmos criamos e estamos, dia a dia, chamando de “vida”.
Senhor “cara aí de cima”, poderia, por favor, me responder uma pergunta? Essa foi a terra que tu criaste com o maior cuidado, almejando perfeição e tal. Eis que chegamos nós e fizemos o favor de transformá-la nisso aí que ce tá vendo hoje.
Fala pra mim: isso aqui realmente fez com que aqueles sete dias valessem à pena?
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
Sobre (falta de) vivência.
Essa é a minha opinião e você não tem nenhuma obrigação em concordar com ela. Certo?
É meio merda ter de explicitar isso no início, mas tamo vivendo num mundo tão maluco e sem noção que é bem melhor prevenir.
Convivo, profissionalmente, com uma pessoa que, simplesmente, não tem, não teve e não age como se jamais fosse ter qualquer vivência junto a outros que não compartilham da mesma condição que a sua. Pobres em geral, participantes de quaisquer programas sociais (bolsa família, fies, etc). Não teve e não tem quisquer tipo de relações, diretas ou indiretas, com quem não tem menor "status social" que o seu.
Isto dito, queria deixar claro que o fato dessa pessoa ter estudado em escola particular desde o pré, vivido e viver em condomínio fechado, ir pra Disney todo ano e estudar em uma das faculdades mais caras de São Paulo por subsídio de sua mãe doutora, NADA, absolutamente NADA se relacionam com a construção da minha opinião. Afinal, você pode ter tido diversos privilégios mas, mesmo assim, ter se aproximado de quem não os teve. Vocês devem ter amigos assim como eu também tenho.
E tá tudo bem.
O caso aqui é de alguém que nunca viu um mendigo, não acredita que os moradores de rua passam frio ou que, em vários casos, morrem.
É uma pessoa sempre é estúpida com aqueles que pedem uma grana ou algo pra comer quando está no bar à beira da calçada e que também não entende porquê a criança lhe vende uma bala quando na mesma calçada se encontra ou o motivo pelo qual pessoas passam a madrugada em uma fila quilométrica no Vale do Anhangabaú.
É sempre o tal do "é nisso que dá não estudar" ou o "viu, teve filho cedo. Tinha televisão em casa, não?". Como se fosse facilmente justificável. Como se tudo fosse preto e branco, 0 e 1.
Se você é essa pessoa ou se conhece alguém que o é, por favor, pense ou faça com que pensem nisso. Estamos falando de alguém que é ignorante em um nível altíssimo. Tanto que se tornou negacionista da realidade, revisionista histórico.
E, antes que você me diga pra argumentar, sim, eu tentei. Mas não adianta.
Simplesmente não entra em sua cabeça ou coração. Nada que não seja o que ela vive faz sentido.
Já me causou raiva, decepção, revolta. Hoje, estou estático. Congelei já.
Tô aqui passando pra vocês para, ao se depararem com essa situação, não desistirem como eu desisti.
É meio merda ter de explicitar isso no início, mas tamo vivendo num mundo tão maluco e sem noção que é bem melhor prevenir.
Convivo, profissionalmente, com uma pessoa que, simplesmente, não tem, não teve e não age como se jamais fosse ter qualquer vivência junto a outros que não compartilham da mesma condição que a sua. Pobres em geral, participantes de quaisquer programas sociais (bolsa família, fies, etc). Não teve e não tem quisquer tipo de relações, diretas ou indiretas, com quem não tem menor "status social" que o seu.
Isto dito, queria deixar claro que o fato dessa pessoa ter estudado em escola particular desde o pré, vivido e viver em condomínio fechado, ir pra Disney todo ano e estudar em uma das faculdades mais caras de São Paulo por subsídio de sua mãe doutora, NADA, absolutamente NADA se relacionam com a construção da minha opinião. Afinal, você pode ter tido diversos privilégios mas, mesmo assim, ter se aproximado de quem não os teve. Vocês devem ter amigos assim como eu também tenho.
E tá tudo bem.
O caso aqui é de alguém que nunca viu um mendigo, não acredita que os moradores de rua passam frio ou que, em vários casos, morrem.
É uma pessoa sempre é estúpida com aqueles que pedem uma grana ou algo pra comer quando está no bar à beira da calçada e que também não entende porquê a criança lhe vende uma bala quando na mesma calçada se encontra ou o motivo pelo qual pessoas passam a madrugada em uma fila quilométrica no Vale do Anhangabaú.
É sempre o tal do "é nisso que dá não estudar" ou o "viu, teve filho cedo. Tinha televisão em casa, não?". Como se fosse facilmente justificável. Como se tudo fosse preto e branco, 0 e 1.
Se você é essa pessoa ou se conhece alguém que o é, por favor, pense ou faça com que pensem nisso. Estamos falando de alguém que é ignorante em um nível altíssimo. Tanto que se tornou negacionista da realidade, revisionista histórico.
E, antes que você me diga pra argumentar, sim, eu tentei. Mas não adianta.
Simplesmente não entra em sua cabeça ou coração. Nada que não seja o que ela vive faz sentido.
Já me causou raiva, decepção, revolta. Hoje, estou estático. Congelei já.
Tô aqui passando pra vocês para, ao se depararem com essa situação, não desistirem como eu desisti.
sábado, 3 de agosto de 2019
Sorry
E mais uma vez eu tenho pensado na porra da minha vida inteira.
Mais uma vez, tenho pensado em todas as pessoas que conheci e conheço bem como naquelas que eu deixei ir quando, hoje, penso que não foi o momento.
Talvez, agora, esteja naquela fase do arrependimento onde a gente sempre se olha e vê que não somos tudo aquilo que pensávamos ser. Ou que somos. Ou que pudéssemos ser, mas, ali, não fez sentido manter certos contatos. Certos relacionamentos.
Somos volúveis pra caralho, né?
Eu sou, em certos campos da minha vida e personalidade.
Me lembro do OutKast falando "I am for real" e pedindo desculpas por isso.
Será que eu devo pedir desculpas por ser sincero e real sendo que o resultado é machucar alguém?
Penso que não.
Penso que sou minha própria casa e que, se eu não me sentir em paz comigo mesmo, não haverá ser humano na minha presença que se sentirá bem. Mesmo que não vivamos pra ninguém, é bem merda quando não temos a possibilidade de ter alguém que se sinta ao menos confortável na sua presença.
Não temos como prever o tempo, mas temos como prevenir as tempestades.
E eu espero ser capaz causar bad weathers quando eles forem necessários.
E espero poder trazer o sol ou o céu cinza pra quem o sente falta.
Peço desculpas, senhora Jackson.
Mas eu sou real.
Mais uma vez, tenho pensado em todas as pessoas que conheci e conheço bem como naquelas que eu deixei ir quando, hoje, penso que não foi o momento.
Talvez, agora, esteja naquela fase do arrependimento onde a gente sempre se olha e vê que não somos tudo aquilo que pensávamos ser. Ou que somos. Ou que pudéssemos ser, mas, ali, não fez sentido manter certos contatos. Certos relacionamentos.
Somos volúveis pra caralho, né?
Eu sou, em certos campos da minha vida e personalidade.
Me lembro do OutKast falando "I am for real" e pedindo desculpas por isso.
Será que eu devo pedir desculpas por ser sincero e real sendo que o resultado é machucar alguém?
Penso que não.
Penso que sou minha própria casa e que, se eu não me sentir em paz comigo mesmo, não haverá ser humano na minha presença que se sentirá bem. Mesmo que não vivamos pra ninguém, é bem merda quando não temos a possibilidade de ter alguém que se sinta ao menos confortável na sua presença.
Não temos como prever o tempo, mas temos como prevenir as tempestades.
E eu espero ser capaz causar bad weathers quando eles forem necessários.
E espero poder trazer o sol ou o céu cinza pra quem o sente falta.
Peço desculpas, senhora Jackson.
Mas eu sou real.
quinta-feira, 28 de março de 2019
Voltei de onde não estive.
Mesa de bar sempre vai ser o melhor lugar pra organizar os pensamentos. Esse sou eu agora. Já.
Tava vendo aqui e, nesses últimos meses, tenho focado no meu profissional de uma maneira que jamais tinha feito antes. Tenho focado em coisas que jamais tinha focado e tenho feito considerações jamais consideradas. Justamente por considerá-las inconsideráveis. Inaceitáveis, profanas e incompreensíveis.
Até pra mim.
No entanto, o que antes não era palpável, hoje é. Bem como o que não era realidade, hoje se aproxima de.
Tenho sentido que a vida em si tem me dado motivos pra pensar nela própria como se fosse uma dor de dente que passa ao se tomar um analgésico: sente-se o alívio, livra-se dela mas, na real, ce sabe que a dor vai voltar uma vez que, obviamente, tu não tratou da causa. É tipo tapar o sol com a peneira no verão do Rio, tá ligado?
Nessa reflexão toda enrolada, cheguei à conclusão de que preciso voltar pra terapia. Preciso cuidar da minha saúde mental já que a física eu fodo todos os dias devido incidências constantes de álcool, nicotina, stress e auto cobrança.
Querer ter a solução instantânea pra todas as coisas bate de frente pra com a minha falta de imediatismo com relação aos meus sentimentos pra comigo. Pra com o que espero e quero pra mim a longo - e não tão longo assim - prazo.
Voltei pros rap no fone de forma mais assídua como em 2004 fazia. Voltei a ter prazer em acordar cedo e ir pra rua em direção ao lugar onde passarei a maior parte do meu dia e pre-ci-so voltar a ter paz e harmonia nos meus lugares de descanso.
Preferir permanecer acordado jamais foi qualidade. E isso é algo que tenho passado a considerar: dormir não é o mesmo que fechar os olhos, perder a consciência e, sepá, sonhar. Dormir é sinônimo de ter paz.
Seja onde for.
Não importa onde ce more. Seja em si, seja num canto feito de concreto.
Paz é paz. E, mano, vou te falar...
Ter paz é do caralho.
Tava vendo aqui e, nesses últimos meses, tenho focado no meu profissional de uma maneira que jamais tinha feito antes. Tenho focado em coisas que jamais tinha focado e tenho feito considerações jamais consideradas. Justamente por considerá-las inconsideráveis. Inaceitáveis, profanas e incompreensíveis.
Até pra mim.
No entanto, o que antes não era palpável, hoje é. Bem como o que não era realidade, hoje se aproxima de.
Tenho sentido que a vida em si tem me dado motivos pra pensar nela própria como se fosse uma dor de dente que passa ao se tomar um analgésico: sente-se o alívio, livra-se dela mas, na real, ce sabe que a dor vai voltar uma vez que, obviamente, tu não tratou da causa. É tipo tapar o sol com a peneira no verão do Rio, tá ligado?
Nessa reflexão toda enrolada, cheguei à conclusão de que preciso voltar pra terapia. Preciso cuidar da minha saúde mental já que a física eu fodo todos os dias devido incidências constantes de álcool, nicotina, stress e auto cobrança.
Querer ter a solução instantânea pra todas as coisas bate de frente pra com a minha falta de imediatismo com relação aos meus sentimentos pra comigo. Pra com o que espero e quero pra mim a longo - e não tão longo assim - prazo.
Voltei pros rap no fone de forma mais assídua como em 2004 fazia. Voltei a ter prazer em acordar cedo e ir pra rua em direção ao lugar onde passarei a maior parte do meu dia e pre-ci-so voltar a ter paz e harmonia nos meus lugares de descanso.
Preferir permanecer acordado jamais foi qualidade. E isso é algo que tenho passado a considerar: dormir não é o mesmo que fechar os olhos, perder a consciência e, sepá, sonhar. Dormir é sinônimo de ter paz.
Seja onde for.
Não importa onde ce more. Seja em si, seja num canto feito de concreto.
Paz é paz. E, mano, vou te falar...
Ter paz é do caralho.
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
Aquilo lá que vocês já sabem.
Por mim, eu nem me preocuparia com essas coisas de ódio, tá ligado?
Mas eu não posso fazer nada se Deus me fez uma pessoa rancorosa, odiosa, insuportável e que pega ódio fácil. Fazer o quê?
Nada.
Muitas vezes nem eu mesmo me aguento e eu sei bem que tem muita gente que pensa o mesmo.
Aí tá o problema, eu não ligo. Onde já se viu?
Normalmente, nem que seja por um fio de nada, as pessoas se preocupam com o que os outros pensam. Às vezes, é saudável até.
Eu, nem isso.
Não estou dizendo que sou o único no mundo que pensa assim, claro que não. Conheço pessoas que pensam igual.
A diferença é que nem sempre agem como tal. Sei lá, 'fraquejam', nem que seja por um mínimo momento.
Não me lembro de ter agido em função de algo que eu tenha ouvido falar sobre mim nesses 29 anos. Juro.
Me refiro a ser influenciado por algo que não foi dito diretamente. Que chegou a mim por intermédio de terceiros. Isso nunca me abalou.
Minha felicidade não se baseia nisso, mas ajuda a não ficar triste em um mundo onde você não sabe se tem amigos de verdade e muito menos pode confiar em uma pessoa que não seja tão próxima assim.
Não sou diferente de você. Tenho aquelas pessoas nas quais eu confio a minha vida, claro.
Mas a diferença entre você e eu é de que sei que, um dia ou outro, vai acontecer algo que vai te afastar dessas pessoas.
Sempre fui daquele tipo de cara que não se impõe limites. Em tudo. Nas atitudes, nas palavras, no emprego, na família, no relacionamento... É.
A vida está me ensinando de que não é saudável viver assim. Afinal, um dos meus maiores sofrimentos foram causados por mim mesmo. Não por masoquismo, mas por não perceber que o foco da dor estava em mim mesmo. Desde o início. Desde sempre.
Não mais.
(ouvindo Mudvayne - Same Ol?)
Mas eu não posso fazer nada se Deus me fez uma pessoa rancorosa, odiosa, insuportável e que pega ódio fácil. Fazer o quê?
Nada.
Muitas vezes nem eu mesmo me aguento e eu sei bem que tem muita gente que pensa o mesmo.
Aí tá o problema, eu não ligo. Onde já se viu?
Normalmente, nem que seja por um fio de nada, as pessoas se preocupam com o que os outros pensam. Às vezes, é saudável até.
Eu, nem isso.
Não estou dizendo que sou o único no mundo que pensa assim, claro que não. Conheço pessoas que pensam igual.
A diferença é que nem sempre agem como tal. Sei lá, 'fraquejam', nem que seja por um mínimo momento.
Não me lembro de ter agido em função de algo que eu tenha ouvido falar sobre mim nesses 29 anos. Juro.
Me refiro a ser influenciado por algo que não foi dito diretamente. Que chegou a mim por intermédio de terceiros. Isso nunca me abalou.
Minha felicidade não se baseia nisso, mas ajuda a não ficar triste em um mundo onde você não sabe se tem amigos de verdade e muito menos pode confiar em uma pessoa que não seja tão próxima assim.
Não sou diferente de você. Tenho aquelas pessoas nas quais eu confio a minha vida, claro.
Mas a diferença entre você e eu é de que sei que, um dia ou outro, vai acontecer algo que vai te afastar dessas pessoas.
Sempre fui daquele tipo de cara que não se impõe limites. Em tudo. Nas atitudes, nas palavras, no emprego, na família, no relacionamento... É.
A vida está me ensinando de que não é saudável viver assim. Afinal, um dos meus maiores sofrimentos foram causados por mim mesmo. Não por masoquismo, mas por não perceber que o foco da dor estava em mim mesmo. Desde o início. Desde sempre.
Não mais.
(ouvindo Mudvayne - Same Ol?)
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
Cuidado!
Cuidado com aqueles que estão sempre julgando os outros a fim de diminuí-los. Cuidado com os frustrados, amargurados. Eles podem tentar convencê-lo de que você não é bom o suficiente.
Inveja? Não. Eu não acredito em inveja. Eu acredito em acomodados que escolhem ficar estagnados na vida e incomodam com a coragem de quem vai à luta e faz acontecer.
Tenha cautela com o tipo de energia que você interage. Algumas pessoas no afetam de forma positiva. Outras, nos infectam e nos deixam doentes.
Pra você que não entende porquê as coisas não estão dando certo à sua volta, olhe. Olhe com quem você anda, o quê você faz. COM QUEM você o faz.
Às vezes, quem te puxa pra baixo, mora dentro da sua casa. Bebe do seu copo ou dá tapinha nas suas costas.
Gente mesquinha é assim: ela quer te ver bem, mas nunca melhor que ela.
Hábitos.
Pessoas.
Lugares.
Pense.
Tem muita mente brilhante andando com mente vazia ao lado.
E, de novo: não é questão de se isolar. É questão de isolar quem não te agrega porra nenhuma.
Mas vamo lá, né meu parceiro. Tenho certeza que ce deve ter pensando, neste exato momento, nuns dois ou três nomes aí que se real não te agregam absolutamente nada.
Corte.
Não tem motivo para este estar ao seu lado.
Inveja? Não. Eu não acredito em inveja. Eu acredito em acomodados que escolhem ficar estagnados na vida e incomodam com a coragem de quem vai à luta e faz acontecer.
Tenha cautela com o tipo de energia que você interage. Algumas pessoas no afetam de forma positiva. Outras, nos infectam e nos deixam doentes.
Pra você que não entende porquê as coisas não estão dando certo à sua volta, olhe. Olhe com quem você anda, o quê você faz. COM QUEM você o faz.
Às vezes, quem te puxa pra baixo, mora dentro da sua casa. Bebe do seu copo ou dá tapinha nas suas costas.
Gente mesquinha é assim: ela quer te ver bem, mas nunca melhor que ela.
Hábitos.
Pessoas.
Lugares.
Pense.
Tem muita mente brilhante andando com mente vazia ao lado.
E, de novo: não é questão de se isolar. É questão de isolar quem não te agrega porra nenhuma.
Mas vamo lá, né meu parceiro. Tenho certeza que ce deve ter pensando, neste exato momento, nuns dois ou três nomes aí que se real não te agregam absolutamente nada.
Corte.
Não tem motivo para este estar ao seu lado.
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